29 outubro, 2010

O Deputado Federal recém eleito Francisco Everardo Oliveira, Tiririca só assumirão o cargo no ano que vem, mas já está trabalhando para criar projetos de lei que beneficiem a população, um dos projetos que ele encaminhará ao Congresso é o projeto de lei Bolsa Palhaço.


O projeto “visa beneficiar os milhares de artistas de circo excluídos neste país”, disse o Deputado.

O Sindicato dos Humoristas do Brasil se manifestou favorável a lei e querem estender os benefícios não apenas aos artistas de circo, mas também a todos os profissionais do humor.

Alguns setores da sociedade já estão se mobilizando para também terem direito à Bolsa Palhaço, a justificativa é que todos os anos os cidadãos são feitos de palhaços pelos governantes



fonte: yo!

29 março, 2010

Justiça


Peguem todos suas tochas e inchadas e vamos acampar na fila do fórum de Santana – diz a lenda que paulistano adora uma.

Esta semana fomos bombardeados novamente com o casal Nardoni.

Antes demais nada, a família da menina Isabela tem todo direito de pedir justiça.

Nunca vamos saber o que de fato aconteceu, e sinceramente não me interessa e sinceramente nem deveria interessar aos cerca de 300 cidadãos que pediam “justiça” na porta do fórum.

O que eles queriam na porta do fórum? Justiça? Será?

Ou será que eles queriam aparecer?

Talvez tenham sido “comovidos” pela excessiva cobertura da mídia. Maybe

Gostaria muito que eles se comovessem contra a corrupção. Não precisa ir a Brasília não, é longe né?

Em São Paulo tem motivo pra soltar rojão... Ninguém foi na casa do Maluf, Quércia – e quantos outros que nem sabemos o nome – pedir justiça... Lamentável.

A corrupção não joga criancinhas pela janela, mas faz pior. Quantas crianças não morrem por beber água contaminada (de acordo com o relatório “Sick Water” da ONU “Água contaminada mata mais que qualquer guerra”), será que boa vontade política não mudaria esse quadro?

Quantas mães não choram porque seus filhos não foram salvos, quem sabe por falta de remédio, de médico ou até por falta de hospitais.

Quantos destinos não são traçados por falta de educação... Ninguém vai pedir justiça na casa de quem desvia dinheiro de merenda escolar.

Mas não há câmeras nesses lugares, não interessa pedir justiça.

A corrupção pode “jogar” muitas criancinhas pela janela...

09 dezembro, 2009

Pior do que perder a oportunidade de ficar calado

Tem horas que a pessoa “perde a oportunidade de ficar quieta” e solta um comentário, uma palavra, um gesto que traz aquela sensação de “ops!, falei demais!”.

Existem sim em muitos casos oportunidades onde as pessoas, empresas, personalidades, políticos, líderes, etc., perdem a oportunidade de ficar calados e acabam falando ou fazendo caca. Nessas horas me lembro da frase que virou hit: “Por que no te callas?”.

No cenário empresarial, quando há uma situação difícil muitas vezes é esperado que alguém tome uma atitude ao invés de ficar calado.
Muitas vezes pior do que “Perder a oportunidade de ficar quietinho” é dar uma de “João sem braço” e fazer de conta que nada passou.

É preciso dar a cara pra bater.

Mas e quando a atitude tomada é furada?

Ter uma gestão de crise nas organizações é de suma importância para o relacionamento com todos os stakeholders.

Uma decisão errada em um momento turbulento pode levar abaixo milhares de reais investidos em propaganda.

Pipocam notícias na mídia falando da tal estudante Geisy.
Sobre a expulsão (agora não está mais expulsa) me chamou a atenção um comentário de um leitor de um blog da Folhaonline que disse mais ou menos isto: “Se existe curso de RP [Relações Públicas] na UNIBAN desistam do curso, pois essa foi decisão mais idiota que eu já vi”.

Para tudo! Ou a faculdade acha esse tipo de exposição na mídia boa e quer (continuar a) dar pano pra manga – decisão estúpida– ela está conseguindo, mas e se -
como eu acredito - ela não quer essa exposição negativa, então posso dizer que pior do que perder a oportunidade de ficar quieta, ela perdeu a oportunidade de virar o jogo!.

Será que muitas vezes a organização não está com a faca e o queijo na mão e tem tudo para reverter a situação e ao invés de cortar o queijo corta o dedo???

Profissionais de Relações Públicas me corrijam se estiver errada, mas o ideal depois do episódio minissaia não seria a UNIBAN emitir um comunicado lamentando o fato, se colocando a disposição da moça e ainda lhe dar uma bolsa de estudos?

Punir meia dúzia de alunos baderneiros (nem que seja com cartinha) e pronto, assunto resolvido.

Por que as empresas deixam passar oportunidades valiosas como essas?

Recentemente um bar ameaçou processar uma pessoa por ter falado mal dele no Twitter.

Nesse caso, acho que o barzinho da Vila Madalena (São Paulo) perdeu a oportunidade de ficar quieto, mas com essa posição, fez com que mais pessoas soubessem da história, que antes se limitava aos corredores do Twitter, estampou portais de notícias.

Não importa quem está certo ou errado, não importa se a culpada de fato é a estudante ou se twitteiro cometeu calúnia e difamação, o que importa é que se a organização ou o líder não se posicionar de maneira correta ele vai se queimar.

Feliz ou infelizmente os consumidores e os demais consumidores se comportam como ativistas.

Os profissionais precisam estar mais preparados para esses momentos conturbados, dar a cara pra bater muitas vezes, e muitas vezes mesmo com a razão, a organização deve dar o braço a torcer para não manchar a imagem, pois reconstruí-la pode dar mais trabalho e despender mais recursos.

O que faltou na UNIBAN? Gestão de Crise.


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Texto postado originalmente para o site http://www.administradores.com.br/
O Link: http://www.administradores.com.br/artigos/pior_do_que_perder_a_oportunidade_de_ficar_calado/35652/

26 julho, 2009

Pérolas do Marketing

Este anuncio foi publicado em 1919, logo depois do início da proibição da venda e fabricação de bebidas alcoólicas nos EUA (a famosa Lei Seca).
Olhe bem para essas damas e responda: -Você deixaria de beber?

01 maio, 2009

Vácuos de Soberania do Estado

Texto baesado no filósofo Thomas Hobbes
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Ao pensar sobre a ausência do estado, o vácuo do Estado, para redigir um texto para a disciplina de Ética e Política, pensei inúmeros exemplos que refletiam a ausência do Estado. Violência, condições precárias de saúde, ensino, etc.
Ausência de ordem entre outros exemplos mais.

Pensei também no vácuo existente nos lugares onde o Estado é soberano e se faz presente, mas por incapacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo, esse vácuo acontece por desejo do próprio povo. Um exemplo básico é a sonegação fiscal, existe legislação vigente e punição, porém em muitos casos o próprio contribuinte sonega, prejudicando ao Estado, este por sua vez não consegue em muitos casos fiscalizar o contribuinte, sendo lesado.

Porém esses casos acima refletem a falta de Governo, não necessariamente do Estado.

Se o Estado é uma junção do Povo, Governo e Território, o único que consegue estar em toda parte em todo momento é o povo, logo ele deveria ser o braço do Estado, principalmente os olhos, os ouvidos e a voz.

Partindo desse princípio, percebi que o maior vácuo do Estado está na mente e nas ações das pessoas, do povo.

São elas que estão encarregadas de disseminar as “regras do contrato”, garantir que elas sejam cumpridas e exigir que elas continuem perpétuas.

Quando somos omissos ou coniventes em ações consideradas injustas em nossa sociedade, tanto para o povo quanto para o governo estamos deixando de lado o Estado, ou seja, existe um vácuo.

Acredito que em alguns lugares, como por exemplo, o Brasil, a sociedade não tenha se reconhecido como parte do Estado, talvez por não aceitarem o contrato – as regras seriam divergentes daquilo que eles acreditam –, ou por não entenderem que o Estado, sendo representado pelo Governo, é necessário para garantir a ordem e evitar os malefícios do Estado de Natureza.

04 março, 2009

Quem é contra a privatização?


“Embraer anuncia demissão de mais de 4.000 funcionários “ Folha de SP 19.02.09
“Sindicatos vão entrar com ação contra demissões na Embraer” Folha de SP 20.02.09

Como trabalhadora, sou contra as demissões injustas, sem tentativa de conciliação com sindicatos e funcionários. Desrespeito para com o ser humano, acima de tudo (vide caso da Varig*)
Como futura administradora, sou contra a carga tributária abusiva, principalmente sob a folha de pagamento e principalmente com mão de obra ociosa, que podem fazer com que a empresa perca a competitividade e até, inclusive, afundar a empresa.
Sou contra a falta de competência de alguns profissionais, que por terem algum tipo de estabilidade, não se empenham na sua função.
Sou contra a nomeação da alta gestão dessas empresas públicas através de políticos, não por mérito. Todos sabemos que empresa pública torna-se cabide de emprego e fonte de recursos para alguns partidos.
Não vou entrar no mérito se está certo ou errado demitr aqueles trabalhadores, pois, seria necessário um estudo mais detalhado, tanto da empresa, internamente quanto do cenário externo no qual ela está inserida.

Meu texto se baseia em um comentário da folha que me chamou a atenção:

“Sobre privatização:A CSN hoje uma gigante que tem participações em empresas de logistica e transporte ferroviário alem do controle total ou parcial de outras siderurgias foi privatizada em 1993, governo Collor e esta foi uma "bola dentro" de Collor, afinal hoje ela tem condições de disputar com a gigante indiana Tata a compra da Corus (siderurgia holandesa). Será que alguém se lembra de alguma empresa do setor com esse "poder de fogo", claro que não, as empresas que estão totalmente nas mãos do governo são elefantes brancos, dispendiosos cabides de emprego.Antes que alguém pense em escrever sobre a Petrobras e a Embraer, a Petrobras bé de capital aberto e a Embraer já foi privatizada (leiam o texto abaixo).A Embraer, antes da ser privatizada, sequer figurava entre as empresas com maior valor de mercado e, hoje, é avaliada em R$ 17 bilhões [1] , além de figurar como a terceira maior fabricante de jatos do mundo [2].Tornou-se uma das mais importantes blue chips negociadas na Bovespa, e distribui dividendos a acionistas minoritários e funcionários. [3]" M Mig
Interessante essa observação.

Se ela ainda fosse do governo, ela não precisaria demitir, seja pela falta de participação no mercado (manter a mesma demanda pífia ano após anos), seja pelos subsídios que o governo daria para não demitir ninguém e assim continuar a manter o culto a mediocridade profissional.

Acredito que o câncer a conta-gotas causado pelo governo ao colocar dinheiro público em um “buraco sem fundo” seja muito maior do que o enxugamento de uma empresa, mesmo que esta tenha pego dinheiro do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Social). O governo declara: “Empresas que pegaram empréstimos do BNDES não podem demitir”, até vejo um pouco de lógica, mas, quando Embraer pegou dinheiro emprestado, ela expandiu, reinvestiu na operação e contratou. Fez seu papel.

Oras! Ninguém reclamou quando ele foi usado como “moeda de troca” a favor da Ampliação do Conselho de Segurança (com a inclusão do Brasil). O Brasil ainda não faz parte do Conselho... E aí? Vamos pedir o dinheiro de volta ao Uruguay**? (risos)
Eu gostaria de saber quem as empresas beneficiadas no “esquema do BNDES” contrataram, e no que elas ajudaram a impulsionar o país.***

Bom, mas hoje o assunto não é corrupção.

Vamos voltar no tempo, 13 anos atrás, mais precisamente ao dia 7 de dezembro de 1994, data na qual a empresa foi privatizada. No dia do leilão, engenheiros, metalúrgicos, sindicalistas, integrantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores), CGT (Central Geral dos Trabalhadores), estudantes, Luis Inácio Lula da Silva, Lula - então candidato à presidência- e a (então) prefeita Angela Guadagnin (PT) de São José dos Campos, que chegou a criar o "Dia Municipal de Advertência Sobre os Efeitos da Privatização na Cidade" e críticos da esquerda, entre outros, engrossavam o coro contra a privatização!, alardeando inúmeros malefícios (vai saber quais) da privatização, da então Estatal.****

Graças ao bom “Santo dos administradores”, ao advogado João Cunha (e equipe), e ao empenho do, na época presidente Fernando Henrique Cardoso, FHC, ela foi privatizada. Para horror, medo e pavor daqueles funcionários incautos, acomodados e sanguessugas de alguns (creio eu que a maioria) dos funcionários daquela empresa. E por que não lembrar também, dos políticos, “donos do armário”, no qual poderiam pendurar seus “cabides” à vontade.

O que ninguém sabe, ou não lembra é que a empresa estava quase à beira da falência. Se hoje ela é um orgulho nacional, terceira no mundo, lucrativa, e com milhares de funcionários, com certeza não é por causa da sua condição de “estatal”.

A administração vem acompanhando o mercado, os clientes e os funcionários.
Antigamente o rapaz que entrasse em uma Ford da vida já poderia casar, pois teria emprego garantido até morrer.

Hoje não é mais assim, é até injusto de certa maneira, pois parece que sempre temos que “correr atrás do pneu do carro”, o que, por outro lado, gera competitividade.
Acredito que foi isso que a Embraer adquiriu, competitividade, pessoas capacitadas nos comandos e nos cargos, contra oficiais da Aeronáutica.

Acredito que muitos funcionários públicos se empenham nas suas funções, buscam resultados contínuos, mas estes muitas vezes sofrem com a falta de compromisso e competência dos outros, os acomodados, que graças à estabilidade no cargo, não precisam “correr atrás da roda”.
Embraer, Vale do Rio Doce e Petrobrás são algumas (se pesquisar acharei mais empresas) das empresas Brasileiras privatizadas que não só deram um salto nos lucros, expansão e competitividade como também de reconhecimento internacional.

Acho que aquelas milhares de pessoas que foram contra a privatização, deveriam reclamar, fiscalizar sim, mas não contra a privatização, mas por uma compra justa, sem corrupção, falcatruas, etc.
Muitos dirão: “O Banco do Brasil tem lucros altos”, sim, os tem, mas graças aos inúmeros serviços que devem ser obrigatórios por aquele banco. Alguém pode dissertar sobre a excelência do serviço prestado pelo Banco do Brasil?
Alguém já enfrentou a fila da Caixa Econômica Federal?

E para provar que não sou tão radical nas minhas idéias, sei que nem tudo no mundo da privatização é perfeito... Por exemplo, a privatização da Telebrás, com as agencias reguladoras que não regulam nada.

Com o atual presidente, a privatização dos Aeroportos***** é quase impossível...será que com a Dilma isso muda? Pois com o Serra eu sei que há grandes chances...
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03 fevereiro, 2009

Maitreya

Eis que em uma época muito distante, em um lugar remoto da terra nasce o escolhido.
Os astros no céu dão o sinal, a criança nascida daquele ventre é especial, é ungida, é o messias que tanto ansiavam.

Os magos, os representantes dos reinos anteriores, vieram dos quatro cantos do mundo lhe rendendo homenagem. Viva, este que veio nos trazer um novo estado de consciência!
No momento oportuno, já adulto, o Senhor se manifestou ao mundo.

-Mas como? É este o escolhido, o enviado? Não pode ser ele não preenche os requisitos –
Apressados, aqueles que o esperavam, buscavam às pressas as escrituras, procurando naquele manual alguma referência sobre aquele homem.

Ele não é o filho de Deus, o que ele nos ensina não segue estritamente o que está escrito, ele não é o enviado que nossa religião prega.
Ele trouxera idéias incompreensíveis, viera ensinar o amor, amor ao próximo, à natureza e acima de tudo ao criador. Ele não veio ensinar doutrina, nem a instituir religião, isto são coisas dos homens.

As pessoas não entendiam que o que ele ensinava, pois isso estava muito além do entendimento dos homens. Muitos vieram antes, pregaram o amor, cada um da sua maneira, com a sua tônica. O reino dele não era deste mundo, suas idéias estavam à frente dos costumes, das doutrinas, das leis daquela época.
As pessoas incrédulas, com o manual na mão, não acreditavam naquelas palavras, palavras novas.
Aqueles que leram a profecia de que ele viria não entenderam, ficaram cegos.
Não o reconheceram. Muitos daqueles que esperavam a sua vinda, não perceberam a sua essência, o fanatismo não permitiu que eles ouvissem o chamado, eles permaneceram duros como pedras.

Mas outro povo reconheceu o mestre.
Outros ouvidos ouviram a mensagem que este trazia.
As pessoas buscaram novamente nas escrituras a base para suas decisões, porém aquele manual foi escrito pelo homem, no passado, baseado em outros valores e cultura.
Os conceitos mudam, a medicina avança, a tecnologia se reinventa, as culturas se modificam, o ser humano evolui, as religiões se adaptam.

As pessoas buscavam aconselhamentos nos Padres, Pastores, Bispos, Gurus espirituais de qualquer tipo. Debatiam em fóruns na internet, comunidades do Orkut, criavam blogs para falar mal daquele homem, afinal, ele não era o que o manual dizia que deveria ser.

-Ele prega amor, união, tolerância para com o próximo, evolução, elevação da consciência, Deus interno! – Diziam muitos.

Muitas pessoas de outros países ouviram o chamado, e viraram seus olhos para o Brasil, para aquela mensagem, mais condizente com a Nova Era.
Os próprios brasileiros não acreditaram que alguém dessa hierarquia pudesse nascer em terras Brasileiras – se Deus é brasileiro, por que um filho dele não poderia nascer aqui?

As pessoas perderam mais tempo brigando, debatendo, discutindo do que ouvindo e entendo as palavras do Mestre.
Aquele povo que o esperou por mais de 2000 anos, não o reconheceu.
Perderam a chance, de reencontrar novamente o mestre, de aprender, de evoluir, de crescer espiritualmente.

As pessoas têm medo do novo, preferem se enraizar nas tábuas da lei, em manuais , esquecendo que tudo tem um ciclo, que os conceitos se renovam, que muitos vieram antes, muitos virão depois, cada um com um nome diferente, cada um com sua tônica, mas com uma única mensagem: o amor, puro e em essência que faz ligar o homem a sua essência divina.

Eles não o aceitaram, e continuam esperando o Messias.
Mas outro povo o reconheceu, e aceitaram o seu nome: Maitreya.


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Disse JHS:
“Enquanto a Humanidade não reconhecer o valor do Avatara não será feliz”.
A Humanidade - repetiu - nunca será feliz se não reconhece: o valor dos Avataras e seus ensinamentos prodigiosos porque Eles são verdadeiros Deuses. E como Deuses surgem no Mundo para dar uma orientação segura aos Seres humanos. Eles a orientando, conduzem-na para o verdadeiro Caminho, senão, para o Divino, para o futuro, para próximo Trono de Deus.
Os Avataras são Deuses. Com outras palavras, o Avatara é Deus, embora manifestando-se através de várias vestes e em várias épocas diferentes.
É preciso que os Avataras sejam reconhecidos como Divindade, como Essência de tudo e de todos, se Eles fossem reconhecidos como Deus, como Essência, quando aparecessem na Terra seriam bem aceitos, bem compreendidos, o que concorreria para diminuição do peso da crosta terrestre.

Se todos Eles fossem reconhecidos como originários de um Princípio Único, não haveria essas eternas brigas entre as Religiões. Elas se digladiam por ignorarem e não compreenderem este grande mistério.





Amanda Pagliari